A Nexlan IT é uma empresa de prestação de serviços de consultoria e suporte em tecnologia da informação, formada por profissionais com sólida e comprovada experiência no mercado.
A empresa está focada em serviços e soluções de TI especificamente em implementação e gerenciamento de redes, Virtualização, Entrega de Aplicação, Mensagem e colaboração, Internet, Segurança, Avaliação de performance e tunning de servidores Baseados em Windows, alocação de profissionais especializados, consultoria e treinamento.

 

  Nossos Serviços

• Virtualização • Consultoria em Projetos • Armazenamento • Treinamento • Segurança • Suporte • Outsourcing

  Ϟ Virtualização

• Virtualização de Servidores
• Virtualização de Desktops
• Virtualização de Aplicativos

  Virtualização de Servidores

 

Manter diferentes servidores físicos funcionando simultaneamente, alem de muito caro, dificulta demasiadamente o gerenciamento e a agilidade para atendimento das demandas de negócio.

Através da virtualização de servidores, as corporações e suas áreas de TI podem construir infra-estruturas altamente escaláveis, ágeis e gerenciáveis.
A Nexlan é especializada na plataforma de virtualização VMware e XenServer, soluções que habilitam o uso otimizado dos recursos computacionais através de alocação inteligente de carga de trabalho e rápido provisionamento de máquinas virtuais, sob demanda.

  Virtualização de Desktops

 

O desktop tradicional é uma combinação de Hardware, Sistema Operacional, Aplicações e Configurações Personalizadas, dependentes entre si, gerenciado individualmente, de acordo com a demanda.

Os executivos de TI estão procurando por uma melhor maneira de endereçar as necessidades de todos os usuários e desktops corporativos, buscando uma abordagem mais eficiente, ágil e econômica do que a tradicionalmente utilizada para distribuir e gerenciar estes dispositivos.

A Virtualização de Desktops, com o Citrix XenDesktop ou VMware View resolve este desafio ao eliminar a interdependência entre Hardware, Sistema Operacional, Aplicações e Configurações Personalizadas.

Desta forma, as areas de TI podem entregar um novo desktop em minutos, dinamicamente, de acordo com as necessidades de negócio, com grande agilidade e a um custo muito menor.

A Nexlan IT possui grande experiência na tecnologia de virtualização de Desktops.

  Virtualização de Aplicativos

 

O gerenciamento tradicional de aplicativos tornou-se extremamente complexo e caro. A TI luta para manter as atualizações contínuas e distribuir novas aplicações em centenas ou milhares de dispositivos. Entretanto, após um curto período, este ciclo precisa ser reiniciado.

Ao mesmo tempo, ao serem instalados localmente, os aplicativos dos diversos dispositivos computacionais tornam-se mais vulneráveis e suscetíveis a conflitos e instabilidades, resultando em mau funcionamento e aumento de chamadas para o help-desk.

Esta dinâmica torna-se lenta, improdutiva e extremamente custosa para as corporações.

A virtualização de aplicativos rompe com o modelo tradicional e fornece independência para os dispositivos e usuários acessarem qualquer aplicação, de qualquer localidade, com desempenho superior, sem a necessidade de instalação local.

A Nextal IT,implementa com sucesso soluções de virtualização de aplicativos baseadas no Citrix XenApp onde ajuda a gerenciar de forma centralizada, eficiente e econômica com o desafio de distribuição e gerenciamento de aplicações.

 

 Consultoria em Projetos 

 

• Suporte 3º Nível
• Serviços de Suporte Gerenciados 
• NOC - Monitoramento
• Backup • Restore
 Outsourcing

 

• Service Desk
• Suporte 1º, 2º e 3º nível
• Gestão de Ambiente TI
• Monitoramento de Ambiente
 Treinamento

 

• VMware
• Citrix
• Microsoft
• Symantec
 Segurança

 

• Segurança Interna
• Segurança de aplicações
• Prevenção a vazamento de informações
 Suporte

 

• Remoto
• Campo
• Agendado
• Residente

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Posted: 16th setembro 2011 by Erick de Almeida in Comportamento
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Imagem mostra o primeiro website, criado em 1991. O  screenshot  foi tirado em 1992 e é a mais antigo documento desse site. Foto: Business Insider/Reprodução

Imagem mostra o primeiro website, criado em 1991. O screenshot foi tirado em 1992 e é o mais antigo documento desse site
Foto: Business Insider/Reprodução

No último final de semana, o World Wide Web – WWW – completou 20 anos de existência. No dia 6 de agosto de 1991, Tim Berners-Lee criou o que seria o primeiro website da história, tornando a web um local publicamente disponível.

Como conta o site Business Insider, o primeiro site falava justamente sobre o que era o projeto WWW e explicava o que as pessoas poderiam encontrar online. “O World Wide Web (W3) é uma iniciativa de catalogação de informação hipermídia que deseja fornecer acesso universal a uma grande quantidade de documentos”, dizia a descrição do site.

Naquela primeira página, também havia links diretos ou indiretos para tudo que existia no mundo online, como a lista de pessoas que estavam envolvidas naquele projeto, os servidores do projeto W3 e um conjunto de softwares usados para construir o WWW.

O projeto foi criado por Berners-Lee no CERN, na Suiça. Na época, somente ele e os colegas cientistas tinham acesso a um browser. Em 1996, ele, já no Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), nos Estados Unidos, criou o W3C, ou World Web Wide Consortium. O objetivo era garantir que todos os websites criados a partir deste momento pudessem funcionar em uma mesma plataforma.

Jovens que passam tempo demais no Facebook têm mais propensão a apresentar tendências narcisistas. Além disso, segundo pesquisa coordenada por Larry D. Rosen, professor da Universidade do Estado da Califórnia, nos Estados Unidos, uma série de outras desordens psicológicas podem aparecer. A lista inclui comportamento antisocial ou maníaco e até depressão, segundo informa o site IBTimes.

A pesquisa apresentada por Rosen em palestra durante a 119ª Convenção Anual da Associação Americana de Psicologia também mostra que as distrações oferecidas por uma das maiores redes sociais do mundo podem afetar o aprendizado dos jovens, o que resultaria em notas mais baixas. Por outro lado, pondera o psicólogo, os estudos sobre as alterações de comportamento geradas pelo Facebook só agora começam a apresentar resultados mais sólidos.

Ao mesmo tempo em que pesquisas mostram que alunos que se conectam ao menos uma vez na rede social em 15 minutos de estudos tendem a ter notas mais baixas, outros estudos apontam as interações no Facebook como um benefício para jovens tímidos ou ansiosos, por exemplo. “Protegidos” pela mediação do computador, eles conseguem interagir com seus pares – o que talvez não conseguissem fazer pessoalmente. Além disso, os usuários que passam muito tempo logados conseguem mostrar maior empatia virtual, o que pode indicar que também tenham a capacidade de demonstrar empatia no mundo real.

Quanto ao comportamento dos jovens na internet, o professor Rosen afirma ainda que o monitoramento furtivo por parte dos pais deve ser evitado. Em vez de “espionar” os filhos, o que ele sugere é conversar com eles desde pequenos, debatendo sobre o uso seguro da rede e encorajando-os a comunicar qualquer problema que vivenciem nas interações virtuais. Essa conversa, segundo o psicólogo, deve se focar em ouvir os jovens, muito mais do que em falar.

Terra

Veja cinco tecnologias que vão revolucionar o computador

Posted: 3rd agosto 2011 by Erick de Almeida in Computador
O computador como você conhece vai mudar muito. Alguns componentes matarão o HD, a memória RAM e os atuais processadores. Foto: TerraO computador como você conhece vai mudar muito. Alguns componentes matarão o HD, a memória RAM e os atuais processadores
Foto: Terra

Fabio Jordão

O ano era 1995 e alguns consumidores estavam adquirindo o primeiro computador. Na época, a Microsoft lançava o Windows 95, sistema que permitiu a aproximação entre máquina e usuário. As configurações de hardware eram nubladas para o usuário. O pouco que o consumidor sabia era o nome do processador, que podia ser um Intel Pentium um AMD 586.

O tempo passou e o usuário pôde se aproximar mais da máquina. Aos poucos, as pessoas começaram a conhecer os tipos de memória, discos e demais componentes. Acontece que alguns dos itens de hardware ficaram estagnados no tempo. Tiveram alguma evolução, mas sempre baseados no mesmo padrão. Isso foi uma verdade até há alguns poucos anos, quando o SSD chegou com a promessa de acabar com o HD.

Agora, além de drives de estado sólido, já sabemos de outras tecnologias que estão chegando para ficar. Hoje o Tecmundo apresenta para você algumas das novidades que têm perspectivas de acabar com os principais componentes do computador: a memória RAM, a CPU e o HD.

1 – SSD
A tecnologia que veio para substituir os discos rígidos já é uma realidade. Diversas fabricantes estão investindo alto no SSD, o que tem resultado em drives de maior capacidade e alta velocidade. As montadoras aproveitam essa aposta das fabricantes para incluírem os SSDs em seus produtos.

Marcas como Apple, HP, Samsung e outras têm optado pelos SSDs também pela baixa nos preços. Apesar de a maioria dos computadores vir com espaço de armazenamento limitado a 128 GB (ou no máximo 256 GB), os usuários estão gostando da ideia, tanto pela questão velocidade quanto pelo aspecto leveza.

O que se pode afirmar até agora é que o SSD é uma tecnologia que tem muito para crescer. O padrão atual ainda se baseia na conexão SATA, contudo, assim como ocorreu com os HDs, os SSDs também podem ter a transferência de dados modificadas num futuro próximo. A revolução do SSD já está acontecendo, e mais: ele pode até matar o disco rígido.

2 – Memristor
Em tantos anos de informática, nunca se cogitou uma tecnologia que realmente pudesse substituir a memória RAM. Isso porque o desempenho da memória RAM sempre foi o menor dos problemas. Os módulos evoluíram num ritmo apropriado, sempre acompanhando o lançamento dos novos processadores.

Se você já tem alguns de experiência com computadores, talvez se lembre da época das memórias EDO, DIMM e outros tantos padrões que antecederam o DDR. E nem mesmo o último patamar da memória RAM permaneceu estagnado. Atualmente os módulos mais comuns já são do tipo DDR3, substituindo a segunda geração do padrão DDR.

Contudo, a memória RAM tem seu limite, o qual deve ser atingido muito em breve. Pensando nisso, os pesquisadores vêm investindo muito tempo e raciocínio para viabilizar a construção de dispositivos baseados no memristor. A saída da teoria para prática aconteceu apenas em 2006, quando a HP deu o primeiro passo no desenvolvimento de memristores.

De lá para cá, a fabricante ganhou alguns aliados, como a Universidade da Califórnia (em Santa Bárbara). A ideia é introduzir esse quarto elemento da eletrônica para substituir as memórias RAMs e até os dispositivos de armazenamento ¿ o que significa que até os SSDs podem estar com os dias contados.

Não há previsão para a revolução do memristor, contudo, é certo que ele é uma das grandes apostas para a próxima década. O desenvolvimento da tecnologia também depende um pouco do interesse de outras empresas. A HP vem mantendo o projeto, mas se alguma fabricante, como a Samsung, decidir se aliar, pode ser que o memristor chegue aos computadores antes do esperado.

3 – Grafeno
Uma terceira tecnologia que deve aportar nos computadores é o grafeno. Esse componente tem grande perspectiva de adoção nas CPUs, principalmente porque o silício está chegando a seus limites. Se observarmos a nanotecnologia de construção dos atuais processadores, podemos ver que tanto Intel quanto AMD estão próximas dos 20 nm (nanômetros).

Consideramos aqui esse componente como uma tecnologia, pois ao adotá-lo nos processadores não será possível manter as mesmas arquiteturas que já existem. E o lançamento de produtos à base de grafeno não está tão distante. Ainda no fim de 2009, a Fujitsu criou um protótipo para produção em larga escala.

Agora em 2011, foi a IBM que apresentou novidades. A empresa mostrou o primeiro circuito integrado com componentes de grafeno. Com essa experiência, os cientistas conseguiram fazer o grafeno grudar nos componentes de silício. O circuito rudimentar da IBM consistiu apenas de um transistor de grafeno e dois indutores. A frequência desse dispositivo é de 10 GHz, um valor que supera em muito os atuais circuitos baseados apenas no silício.

Apesar de grandes avanços, o grafeno tem alguns concorrentes, como: o siliceno e o molibdenite. Esses outros componentes têm possíveis aplicações, mas nenhum demonstrou as mesmas características já conhecidas do grafeno, como o funcionamento em frequências de até 300 GHz e o resfriamento automático. Assim, a aposta na revolução de grafeno ainda é alta e pode ser que ele apareça nos próximos 10 ou 20 anos.

4 – Magnetismo
Paralelamente às pesquisas do grafeno, os cientistas estão apostando na criação de processadores magnéticos. Essa tecnologia deve ser revolucionária, pois vai derrubar muitos aspectos dos atuais componentes.

A primeira mudança está no modo de atuação dos processadores magnéticos. Eles não necessitam de elétrons para realizar operações, e o armazenamento e o processamento de informações são realizados com ímãs. A lógica é simples: os polos nortes e sul do ímã são os 0 e 1 da informática. 

Em experiência recente, cientistas utilizaram nanomagnetos de 200 nm para construir uma memória magnética. Os resultados foram positivos e provam que é possível utilizar a computação magnética para construir processadores e memórias, bastando apenas evoluir o processo de fabricação dos componentes e encontrar uma maneira dos transistores entenderem as informações.

Um protótipo funcional de processador magnético comprovou que um modelo básico poderia ser cem vezes mais rápido que os modelos convencionais atuais. Os componentes magnéticos ainda devem dissipar um mínimo de calor (visto que não há movimentação de elétrons). Essa revolução não tem data para acontecer, mas duas décadas deve ser tempo suficiente para o amadurecimento e aplicação do magnetismo nos computadores.

5 – Computação quântica
A quinta e última tecnologia de nossa lista é a que está mais distante de ser dominada. Trata-se da mecânica quântica, área que possibilitará o desenvolvimento de processadores quânticos. Entender o funcionamento de uma CPU desse tipo não é tarefa fácil, aliás, é de dar nó na cabeça.

Uma explicação básica pode dar uma noção do que um processador quântico pode realizar. Sua CPU atual trabalha com bits, os quais podem assumir valores 0 ou 1 – um bit só pode assumir um desses valores. Nos processadores quânticos existirão qubits, os quais conseguem armazenar os valores 0 e 1 simultaneamente (como se fosse possível ter o polo sul e o polo norte de um ímã de um mesmo lado).

Há algumas semanas, no entanto, uma das barreiras (chamada decoerência) da computação quântica foi quebrada. Cientistas conseguiram quebrar o paradigma de uma molécula não poder assumir os dois valores ao mesmo tempo. Com isso, em mais três ou quatro décadas pode ser que tenhamos computadores quânticos.

O que isso deve significar para nós? Em termos de desempenho, um processador quântico poderá ser centenas de milhares de vezes mais rápido que os atuais. O único problema é o desenvolvimento, que não depende apenas de encontrar um material apropriado, mas sim de quebrar as regras atuais da física e ver a matéria de uma nova perspectiva.

6 – Os empecilhos na evolução
No que diz respeito ao SSD, não há como encontrar nada que o impeça de reinar por algum tempo nos computadores. Já o memristor ainda depende de uma série de pesquisas e de testes, pois ainda não existe nenhum produto baseado nesse minúsculo componente.

Apesar da demora no desenvolvimento, a HP fez uma publicação em maio de 2011, na qual a empresa relatou ter feito demonstrações exibindo como o memristor trabalha com os atuais materiais da eletrônica.

O desenvolvimento e a aplicação do grafeno não estão muito longe, até porque o funcionamento é muito parecido com o dos processadores atuais. O maior problema com esse material é fazer com que o silício e outros componentes possam trabalhar junto com ele, algo que já está em testes e não deve dificultar a implementação do componente.

Para que os ímãs possam substituir os elétrons, por exemplo, será preciso entender de maneira avançada o processamento de dados nesses componentes. Além disso, será necessário realizar adaptações para eles trabalharem com componentes eletrônicos e diminuir o tamanho dos ímãs para pouquíssimos nanômetros.

Quanto à computação quântica, essa é a que tem menor prospectiva de ser adotada tão brevemente. Como já dito, os pesquisadores terão de aprender algo que está além dos conceitos atuais, descobrir novos materiais e tentar transformar diversas teorias em realidade.

Você aposta em qual?
Como você pôde ver, existem muitos caminhos para a evolução – e a revolução – dos computadores. Alguns estão muito perto de serem adotados, outros muito longe. Você já conhecia todas essas tecnologias? Aposta em alguma? Caso você tenha mais alguma para relatar, utilize nosso campo de comentários.

Google explica política de privacidade e anúncios do Gmail

Posted: 3rd agosto 2011 by Erick de Almeida in Parceiros, WebSites

Google reafirma que informações de e-mails não são compartilhadas e processo de anúncios é automatizado. Foto: Reprodução

Google reafirma que informações de e-mails não são compartilhadas e processo de anúncios é “automatizado”
Foto: Reprodução

Após ser criticado, o Google explicou no seu blog para a América Latina neste final de semana suas políticas de privacidade e como funciona a publicidade no Gmail. Segundo o Google, os anúncios que aparecem no Gmail são muito similares aos que estão na ferramenta de busca e em qualquer página de conteúdo na web.

Os anúncios que aparecem no Gmail são relacionados com o conteúdo das mensagens. Segundo o Google, o objetivo é oferecer publicidade que seja relevante e útil para os usuários. O Google ressaltou que esse processo é automatizado e que ninguém lê a caixa de entrada dos usuários.

“Esse tipo de análise é automatizada. Ninguém lerá os e-mails para orientar os anunciantes ou a informação relacionada (aos e-mails). A análise automatizada é utilizada por muitos correios eletrônicos, não só o Gmail, para proporcionar funções como filtro de spam e corretor ortográfico”, diz o texto no Blog do Google para América Latina.

O site reiterou que nunca venderá e nem compartilhará nenhum tipo de informação que identifique os usuários com fins de marketing sem contar com consentimento explícito. A companhia diz que só compartilha com os anunciantes informações “globais”, e não pessoais. Um exemplo de informação que é enviada a anunciantes é o número de cliques em um anúncio.

O Google ainda mencionou que só anúncios “aptos para menores” são permitidos tanto na ferramenta de busca quanto no Gmail, evitando conteúdos impróprios. A publicidade dos sites também não seria orientada a nenhum tipo de raça, orientação sexual, saúde, condições financeiras ou religião. “Ainda assim, prestamos atenção no tipo de conteúdo oferecido nos anúncios”, revela o texto no blog.

Os usuários podem optar por não ver os anúncios no Gmail, usando a interface em HTML ou acessando por algum software para visualizar e-mails por meio do servidor POP ou IMAP.

Anon Plus, a rede social dos hackers, é lançada

Posted: 3rd agosto 2011 by Erick de Almeida in Notícias, WebSites

Exclusão de perfis de integrantes do grupo Anonymous no Google+ resultou em criação de rede social sem censura. Foto: Reprodução

Exclusão de perfis de integrantes do grupo Anonymous no Google resultou em criação de rede social “sem censura”
Foto: Reprodução

O grupo hacker Anonymous, responsável por inúmeros ataques a sites de grandes empresas e autoridades, lançou a sua própria rede social, em anúncio feito em post no Twitter. Um dos alegados motivos para a criação da rede é um protesto à exclusão de perfis de integrantes do grupo no Google+. Por isso, a nova rede foi batizada de Anon+.

O site ainda está em desenvolvimento, mas explica os objetivos da criação da rede e algumas ideias do grupo Anonymous. “A rede social é essencialmente o painel dos ativistas”, diz uma frase na página de apresentação da rede (anonplus.infiniteserve.com).

De acordo com o Anonymous, o Anon+ permitirá “um intercâmbio através de moeda alternativa, sem alimentar aquelas empresas que desejam estrangular o salário do cidadão comum, sem uma consciência”. A promessa do grupo é desenvolver um “sistema de trocas” por meio do site, onde as pessoas poderiam gerar sua própria renda via energia eólica, solar e geotérmica, sem revelar especificamente como funcionará o sistema. No entanto, a moeda referida é a BitCoin (unidade monetária exclusivamente da internet sem mediação de Banco Central ou outra autoridade).

O site do projeto protesta generalizadamente contra os governos e redes sociais convencionais como o Google+. Também promete promover uma alternativa com a rede social, citando mais de uma vez que o ambiente é livre de custo e de censura. “É um ambiente formatado para ‘ciberanarquia’ onde as pessoas manterão a paz por meio do entendimento, e não pela força ou ameaça”, afirma.

A rede social teria sido criada em apenas 13 dias e elaborada a partir das casas dos hackers. Ela terá fórum de discussão, plataforma para chats, mecanismo para compartilhamento de documentos e veiculação de informações e notícias sobre hackers.

O Anonymous diz que não tem necessariamente uma “estrutura”, mas se defende razoavelmente bem de ataques por conta do conhecimento de seus membros. O grupo ainda promete que a rede social atualizará as pessoas técnicamente sobre tecnologia. “Nós não estamos tentando voltar atrás com nada, mas criar nosso pedacinho na internet”, afirmam os hackers.

 
Terra

Quando o serviço estiver disponível, um ícone de telefone aparecerá no topo da lista do bate-papo do Gmail. Foto: Divulgação

Quando o serviço estiver disponível, um ícone de telefone aparecerá no topo da lista do bate-papo do Gmail
Foto: Divulgação

 

O serviço do Google que permite fazer ligações telefônicas a partir do Gmail e compete diretamente com o Skype está chegando ao país nos próximos dias. O Google anunciou nesta terça-feira que o serviço, que estava disponível apenas nos Estados Unidos, começa a funcionar em mais 38 novas línguas.

Para fazer ligações pelo Gmail, os usuários podem comprar créditos em quatro moedas (euro, libras e dólar canadense ou americano). Segundo o Google, o usuário não paga por taxas de conexão, apenas pelo tempo da ligação.

A empresa afirmou também que vai reduzir as tarifas de chamadas para mais de 150 destinos em todo o mundo. Uma ligação para celulares do Reino Unido custarão, a partir de agora, US$ 0,10 por minuto, por exemplo. Segundo o Google, o serviço vai chegar gradualmente nos próximos dias aos usuários brasileiros. Quando o serviço estiver disponível, um ícone de telefone aparecerá no topo da lista do bate-papo do Gmail.

Terra